Paris

Paris

Paris é a capital da França, bem como a capital da região administrativa de Île-de-France. A cidade se situa num dos meandros do Sena, Como a antiga capital de um império estendido pelos cinco continentes, é, hoje, a capital do mundo francófono. A posição de Paris numa encruzilhada entre os itinerários comerciais terrestres e fluviais no coração duma rica região agrícola a tornou uma das principais cidades da França ao longo do século X, beneficiada com palácios reais, ricas abadias e uma catedral. Ao longo do século XII, Paris se tornou um dos primeiros focos europeus do ensino e da arte. Ao fixarem-se os Reis de França e, pois, também a corte (o que incluía grande parte da alta nobreza francesa), na cidade, sua importância econômica e política não parou de crescer.

Assim, no início do século XIV, Paris era a mais importante cidade de todo o mundo ocidental. No século XVII, era a capital da maior potência política europeia; no século XVIII, foi o centro cultural da Europa e, no século XIX, foi a capital da arte e do lazer, a Meca da Belle Époque. As margens parisienses do Sena foram inscritas, em 1991, na lista do Património Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. Paris é a capital económica e comercial da França, onde os negócios da Bolsa e das finanças se concentram. A densidade da sua rede ferroviária, rodoviária e da sua estrutura aeroportuária — um hub da rede aérea francesa e europeia — fazem-na um ponto de convergência para os transportes internacionais. Essa situação resultou duma longa evolução, em particular das concepções centralizadoras das monarquias e das repúblicas, que dão um papel considerável à capital do país e, nela, tendem a concentrar, ao extremo, todas as instituições.

Desde os anos 1960, os governos sucessivos têm desenvolvido políticas de desconcentração e de descentralização a fim de reequilibrar o país. Abrigando numerosos monumentos, por seu considerável papel político e econômico, Paris é também uma cidade importante na história do mundo. Símbolo da cultura francesa, a cidade atrai quase 30 milhões de visitantes por ano, ocupando, também, um lugar preponderante no mundo da moda e do luxo. A Grande Paris é, com seus 11 836 970 habitantes, uma das maiores aglomerações urbanas da Europa e da União Europeia.

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Algumas das Principais atrações da cidade

ILHA DE LA CITE

Catedral de Notre-Dame de Paris – é uma das mais antigas catedrais francesas em estilo gótico. Iniciada sua construção no ano de 1163, é dedicada a Maria, Mãe de Jesus Cristo (daí o nome Notre-Dame – Nossa Senhora), situa-se na praça Parvis, na pequena ilha Île de la Cité em Paris, França, rodeada pelas águas do Rio Sena. A catedral surge intimamente ligada à ideia de gótico no seu esplendor, ao efeito claro das necessidades e aspirações da alta sociedade, a uma nova abordagem da catedral como edifício de contato e ascensão espiritual. A arquitectura gótica é um instrumento poderoso no seio de uma sociedade que vê, no início do século XI, a vida urbana transformar-se a um ritmo acelerado. A cidade ressurge com uma extrema importância no campo político, no campo económico (espelho das crescentes relações comerciais), ascendendo também, por seu lado, a burguesia endinheirada e a influência do clero urbano. Resultado disto é uma substituição também das necessidades de construção religiosa fora das cidades, nas comunidades monásticas rurais, pelo novo símbolo da prosperidade citadina, a catedral gótica. E como reposta à procura de uma nova dignidade crescente no seio de França, surge a Catedral de Notre-Dame de Paris.

Palais de Justice – No local onde hoje se encontra o Palácio de Justiça, estendia-se antigamente o “Palácio da Cidade“, residência e sede do poder dos reis franceses entre os séculos X e XIV. Deste palácio hoje restam apenas dois vestígios : a Conciergerie e a Sainte Chapelle. Quando o Rei Carlos V de França decide deixar o Palácio da Cidade e estabelecer-se no Hôtel Saint-Pol, resolve manter nele sua administração : o Parlamento de Paris, o Tribunal de Contas e a Chancelaria. Estava selada a vocação judiciária do lugar. Em 1776, sob o reinado de Luís XVI, um incêndio consumiu a parte que se estendia entre a Conciergerie e a Santa Capela (Sainte Chapelle). A fachada que domina o Pátio de Maio foi reconstruída entre 1783 e 1786, pouco antes do início da Revolução Francesa.Durante a Revolução, o Palácio de Justiça foi sede do Tribunal Revolucionário de 6 de Abril de 1793 até 31 de Maio de 1795.

Conciergerie –  é o vestígio principal do antigo Palácio da Cidade, que foi residência e sede do poder real francês do século X ao século XIV e que se estendia sobre o local em que hoje está o Palácio de Justiça de Paris. Foi convertido em prisão do Estado em 1392, após o abandono do palácio por Carlos V e seus sucessores. A prisão ocupava o andar térreo do prédio, beirando o Cais do Relógio e as duas torres ; o andar superior era reservado ao Parlamento. A prisão da Conciergerie era considerada como a antessala da morte, durante a época do Terror (Revolução Francesa). Poucos dela saíam livres. A Rainha Maria Antonieta foi aprisionada na Conciergerie em 1793, saindo daí para morrer na guilhotina.

Santa Capela – é uma capela gótica situada na Ilha de la Cité em Paris, construída no século XIII por Luís IX (São Luís). Foi projectada em 1241, iniciada em 1246 e concluída muito rapidamente, sendo consagrada em Abril de 1248. O seu patrono foi o devoto rei francês Luís IX, que a construiu para servir de capela do palácio real. O restante do palácio desapareceu completamente, sendo substituído pelo actual Palácio da Justiça. Depois de terminada, a Sainte-Chapelle carecia de santificação pela presença de relíquias apropriadas e, assim, obteve-se a coroa de espinhos de Cristo, obtidas do imperador latino de Constantinopla, Balduíno II, pela exorbitante soma de 135.000 libras. Para ter uma idéia de relatividade, a construção de toda a capela custou 45.000 libras. Além de outras relíquias, acrescentou-se ainda um fragmento da Vera Cruz e, desta forma, o edifício tornou-se um precioso relicário. Consiste de duas capelas sobrepostas, a parte inferior reservada aos funcionários e moradores do palácio, e a superior para a família real. A idéia de uma capela palaciana se baseou na Igreja da Virgem de Pharos, anexa ao Grande Palácio de Constantinopla, onde estavam as relíquias saqueadas pelo Império Latino durante a ocupação da capital do Império Bizantino (1204 – 1261).

QUARTIER LATIN

Sorbonne –  é um local histórico situado no Quartier latin de Paris. Seu nome é alusivo ao teólogo do século XIII Roberto de Sorbon, fundador do Colégio de Sorbonne em 1297, que à época era dedicado ao ensino de teologia. Roberto de Sorbon vinha a ser o capelão da Casa Real e confessor de Luís IX, rei da França, canonizado como São Luís da França. O nome Sorbonne designa, em linguagem corrente, a antiga Universidade de Paris (antes de 1793), bem como as faculdades que ali se estabeleceram no século XIX e a nova Universidade de Paris, correspondente ao período de 1896 a 1971.

Pantheon – é um monumento em estilo neoclássico situado no monte de Santa Genoveva, em pleno Quartier Latin. À sua volta dispõem-se alguns edifícios de importância, como a igreja de Saint-Étienne-du-Mont, a Biblioteca de Santa Genoveva, a Universidade de Paris- (Panthéon-Sorbonne), e o Liceu Henrique IV. Da rua Soufflot consegue-se uma perspectiva favorável do Panteão, a partir do Jardim do Luxemburgo.

Jardim de Luxemburgo – é o maior parque público da cidade de Paris com mais de 224 mil m².. O Jardim do Luxemburgo atualmente pertence ao Senado da França, que está sediado no famoso Palácio do Luxemburgo. O jardim possui um enorme parterre decorado com uma coleção exuberante de estátuas e também com pequenos lagos destinados ao lazer infantil. O jardim inclui também um pequeno teatro de fantoches, um pomar e um restaurante. Fica próximo ao Teatro Odéon. Em 1611, Maria de Médicis, viúva de Henrique IV, decidiu construir uma réplica do grandioso Palácio Pitti. Maria deu início à construção do novo palácio imediatamente e contratou Salomon de Brosse como arquiteto principal. No ano seguinte, Maria ordenou o plantio de 2 mil ulmeiros e contratou especialistas em jardinagem para recriar os jardins que ela conheceu quando criança em Florença. Nos poucos dias de sol do outono, entre os turnos de trabalho, aulas ou passeios turísticos, as pessoas optam por fazer um piquenique e admirar os seus jardins..

Saint-Germain-des-Prés – O bairro originou-se ao redor da Abadia de Saint-Germain-des-Prés, um enorme complexo monástico fundado na Idade Média que teve grande importância na história da cidade e da França. A partir do início do século XIX o complexo foi destruído em sua maior parte, criando espaço para o desenvolvimento do bairro. Da abadia restou a igreja, que atualmente serve a paróquia de Saint-Germain-des-Prés. Este monumento, construído entre os séculos XI e XII, é a mais antiga igreja de Paris ainda de pé. Desde o século XVII este bairro se encontra ligado à vida intelectual da cidade, sendo característica desde então a presença de livrarias e alfarrabistas/sebos nas suas ruas.

Capela da Medalha Milagrosa – Em 1830, na Capela de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa a Virgem Maria aparece à Catarina Labouré, noviça da Congregação filhas da Caridade, e pediu-lhe para distribuir ao mundo uma medalha que simbolizaria a fé cristã. Dois anos mais tarde uma terrível epidemia de cólera desaba sobre Paris, milhões de pessoas são mortas, então as filhas da congregação decidem de distribuir as medalhas aos doentes, que são curados rapidamente e o milagre se propaga.

Rue Mouffetard – Rue Mouffetard é um dos bairros mais antigos e mais animados de Paris. Estes dias, a área tem muitos restaurantes, lojas e cafés, e um mercado aberto regularmente.

Arenas de Lutece – estão entre os restos mais importantes do galo-romana era em Paris (anteriormente conhecido como Lutèce em francês ou Lutetia em latim ), juntamente com o Thermes de Cluny . Situada no que é hoje o Quartier Latin, este anfiteatro poderia uma vez assentar 15 mil pessoas, e foi usado para apresentar combates entre gladiadores. Construído no século 1 dC, este anfiteatro é considerado o maior de seu tipo construída pelos romanos. Os historiadores acreditam que os terraços, que cercavam mais da metade da circunferência da arena, pode acomodar até 17.000 espectadores.

Praça da Bastilha – mais conhecida por ter sido uma prisão – assim funcionando desde o início do século XVII até o final do século XVIII – foi inicialmente concebida apenas como um portal de entrada ao bairro parisiense de Saint-Antoine, na França, motivo pelo qual era denominada Bastilha de Saint-Antoine. Encontrava-se onde hoje está situada a Place de la Bastille (“Praça da Bastilha”) em Paris. Ficou conhecida por ter sido o palco do evento histórico conhecido como a Tomada da Bastilha, em 14 de Julho de 1789, o qual aliado ao Juramento do Jogo da Péla, está entre os fatos mais importantes do início da Revolução Francesa.

O evento foi grandiosamente comemorado exatamente um ano depois (em 14 de Julho de 1790) na pomposa festa que ficou conhecida como a Fête de la Fédération (A Festa da Federação). A partir de 1880 a festa tornou-se feriado nacional, é a Festa nacional francesa também conhecida como o 14 Juillet. Em novembro de 1789 a Bastilha foi totalmente demolida.

Praça des Vosges – Originalmente conhecido como o Place Royale , a Place des Vosges foi construída por Henri IV 1605-1612. Um verdadeiro quadrado (140 m × 140 m), ele encarna o primeiro programa europeu de real planejamento da cidade. Foi construído no local do Hôtel des Tournelles e seus jardins.

Marais norte e sul –  É um bairro histórico, e foi frequentado pela nobreza até finais do século XIX. Actualmente é uma zona turística, marcada pela presença judaica, desde o final do século XIX, e frequentada pela comunidade gay.

Ilha de “Saint-Louis” – é uma ilha situada em pleno coração de Paris, atrás da Catedral de Notre-Dame de Paris. Foi assim denominada em homenagem a Luís IX , tendo sido renomeada île de la Fraternité (“ilha da Fraternidade”), durante a Revolução francesa. Anteriormente apelidada “ilha dos palácios”, em razão do grande número de mansões ali existentes, resultou da reunião da île aux Vaches (ilha das Vacas), a leste, com a ilha de Notre Dame, a oeste. Começou a ser urbanizada durante o reinado de Henrique IV .

Hotel de Ville – Tem sido o edifício da sede municipal desde 1357. A sua arquitetura é da época renascentista, período em que sofreu uma grande remodelação por obra do arquiteto italiano Domenico da Cortona, dito Boccador. Foi ainda totalmente reconstruído depois de um incêndio em 1871, mantendo o aspecto original.

Museu do Louvre – instalado no Palácio do Louvre, em Paris, é um dos maiores e mais famosos museus do mundo. Localiza-se no centro de Paris, entre o rio Sena e a Rue de Rivoli. O seu pátio central, ocupado agora pela pirâmide de vidro, encontra-se na linha central dos Champs-Élysées, e dá forma assim ao núcleo onde começa o Axe historique (Eixo histórico). É onde se encontra a Mona Lisa, a Vitória de Samotrácia, a Vénus de Milo, enormes coleções de artefatos do Egito antigo, da civilização greco-romana, artes decorativas e aplicadas, e numerosas obras-primas dos grandes artistas da Europa como Ticiano, Rembrandt, Michelangelo, Goya e Rubens, numa das maiores mostras do mundo da arte e cultura humanas. O museu abrange, portanto, oito mil anos da cultura e da civilização tanto do Oriente quanto do Ocidente. O Louvre é gerenciado pelo estado francês através da Réunion des Musées Nationaux. É o museu mais visitado do mundo, recebendo 8,8 milhões de visitantes em 2011 e 9,7 milhões de pessoas em 2012 .

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Jardim das Tulherias – compõem um parque parisiense situado na margem direita do rio Sena, entre a praça da Concórdia e o Carroussel. Foi criado no século XVI, no estilo italiano, por ordem de Catarina de Médicis, para decorar o entorno do palácio das Tulherias, onde passava seus tempos livres. Em 1664, o arquiteto André Le Nôtre, autor do projeto do parque que rodeia o palácio de Versalhes, transformou-o num jardim no estilo francês, formal e simétrico, cheio de estátuas ornamentais. O Musée de l’Orangerie e o Jeu de Paume, sedes de importantes exposições de arte contemporânea, ficam em dois pavilhões dentro do parque, que oferece uma esplêndida perspectiva dos Champs-Élysées, do arco do Triunfo e do Grande Arco de la Défense. Entre as atividades de lazer para as crianças, estão o teatro de marionetes, os passeios de burro e os barquinhos de brinquedo para navegar no tanque octogonal.

Praça da Concorde – É a segunda maior praça da França (a primeira é a Praça dos Quinconces, em Bordéus). Desta forma, é a maior praça da capital francesa, uma das mais famosas e palco de importantes acontecimentos da história da França.

Opera –  é uma casa de ópera. O edifício é considerado uma das obras-primas da arquitetura de seu tempo. Construído em estilo neobarroco, é o 13º teatro a hospedar a Ópera de Paris, desde sua fundação por Luís XIV, em 1669. Sua capacidade é de 1979 espectadores sentados. O palácio era comumente chamado apenas de Ópera de Paris, mas, após a inauguração da Ópera da Bastilha, em 1989, passou a ser chamado Ópera Garnier.

Montmartre –  é um bairro boêmio da cidade de Paris, na França. É uma colina que, já no tempo dos gauleses, se destinava a lugar de culto. Deve seu nome, provavelmente, aos inúmeros mártires cristãos que foram torturados e mortos no local por volta do ano 2501 . Consagrada a São Dionísio, tornou-se, na Idade Média, um lugar de peregrinação. Em 1133, passou para a jurisdição de monges beneditinos, que, ali passaram a cultivar uvas para produção de vinho, atividade que permanece sendo exercida até hoje no local . No dia 15 de agosto de 1534, Inácio de Loyola, junto com Francisco Xavier, Pedro Fabro, Alfonso Salmeron, Diego Laynez, Nicolau Bobedilla e Simão Rodrigues, fizeram votos de castidade e pobreza na Capela de Saint-Denis, colocando-se a disposição do Papa, para serem enviados onde houver maior necessidade, e desse modo estavam fundando, ainda sem saber, a Companhia de Jesus . Graças à sua posição estratégica, Monte Martre foi, muitas vezes, centro de comandos militares. Em 1860, o bairro foi ligado à cidade e transformou-se num ponto de encontro importante de artistas e intelectuais, famoso pela sua animada vida noturna. Modelos, bailarinas e pintores como Degas, Cézanne, Monet, Van Gogh, Renoir e Toulouse-Lautrec frequentavam o lugar, contribuindo para criar um clima libertário. Hoje, as suas ruas ainda se animam com artistas, turistas e vendedores ambulantes. No ponto mais alto da colina, situa-se a famosa Basílica do Sagrado Coração.

Avenida dos “Champs Elysées” – é uma prestigiada avenida de Paris, na França. Com os seus cinemas, cafés, lojas de especialidades luxuosas e árvores de castanheiros-da-índia, a Avenue des Champs-Élysées é uma das mais famosas ruas do mundo e com aluguéis que chegam a 1,1 milhão (USD 1,5 milhão) por ano, por 92,9 metros quadrados de espaço, ela continua a ser a segunda avenida mais cara em imóveis em toda a Europa, tendo sido recentemente (em 2010) ultrapassada pela Bond Street, em Londres. O nome em francês Campos Elísios, faz referência ao paraíso dos mortos na mitologia grega, ao contrário do Tártaro.

Arco do Triunfo – é um monumento, localizado na cidade de Paris, construído em comemoração às vitórias militares do Napoleão Bonaparte, o qual ordenou a sua construção em 1806. Inaugurado em 1836, a monumental obra detém, gravados, os nomes de 128 batalhas e 558 generais. Em sua base, situa-se o Túmulo do soldado desconhecido (1920). O arco localiza-se na praça Charles de Gaulle, no encontro das avenidas Charles de Gaulle e Champs-Élysées. Nas extremidades das avenidas encontram-se a Praça da Concórdia e na outra La Defense.

Trocadero – Construído no pico da colina de Chaillot, o Trocadero encontra-se face ao rio Sena, diante da Torre Eiffel. Do local fazem parte o Palácio de Chaillot, que abriga diversos museus, jardins, a praça do Trocadero e um grande aquário subterrâneo.

Torre Eiffel –  é uma torre treliça de ferro do século XIX localizada no Champ de Mars, em Paris, que se tornou um ícone mundial da França e uma das estruturas mais reconhecidas no mundo. A Torre Eiffel, que é o edifício mais alto de Paris, é o monumento pago mais visitado do mundo, milhões de pessoas sobem à torre cada ano. Nomeada em homenagem ao seu projetista, o engenheiro Gustave Eiffel, foi construída como o arco de entrada da Exposição Universal de 1889. A torre possui 324 metros de altura. Foi a estrutura mais alta do mundo desde a sua conclusão até 1930, quando perdeu o posto para o Chrysler Building, em Nova York, Estados Unidos. Não incluindo as antenas de transmissão, a Torre é a segunda estrutura mais alta da França, atrás apenas do Viaduto de Millau, concluído em 2004. A torre tem três níveis para os visitantes. Os ingressos podem ser adquiridos nas escadas ou elevadores do primeiro e do segundo nível. A caminhada para o primeiro nível é superior a 300 degraus. O terceiro e mais alto nível só é acessível por elevador. Do primeiro andar vê-se a cidade inteira, tem sanitários e várias lojas e o segundo nível tem um restaurante. A torre tornou-se o símbolo mais proeminente de Paris e da França. A torre é uma parte do cenário caracterizado em dezenas de filmes que se passam em Paris. Seu estatuto de ícone é tão determinado que ainda serve como um símbolo para todo o país, como quando ela foi usada como o logotipo da candidatura francesa para sediar os Jogos Olímpicos de Verão de 1992.

Ponte Alexandre III –  é uma ponte que atravessa o rio Sena em Paris. Faz parte do conjunto arquitetônico formado pelo Grand Palais e Petit Palais, limita-se ao norte pela avenida Champs-Élysées e é por vezes considerada uma das mais emblemáticas pontes de Paris. Foi construída entre 1896 e 1900. Foi nomeada após a aliança Franco-Russa feita pelo czar Alexandre III em 1892. Seu filho Nicolau II lançou a pedra fundamental em Outubro de 1896.

Inválidos – é um enorme monumento parisiense, cuja construção foi ordenada por Luís XIV, em 1670, para dar abrigo aos inválidos dos seus exércitos. Hoje em dia, continua acolhendo os inválidos, mas é também uma necrópole militar e sede de vários museus. Entre as personalidades ilustres lá sepultadas encontra-se Napoleão Bonaparte, assim como o coração de Sébastien Le Prestre de Vauban, ilustre arquiteto militar francês, responsável pela poliorcética francesa, o qual criou, na época de Luis XIV, uma série de fortificações militares ao reino, tornando-o impenetrável.

Igreja da Madalena – é uma igreja católica consagrada a Santa Maria Madalena. Se destaca pela arquitetura em forma de templo clássico grego. A construção começou próxima do ano 1764 por Contant d´Ivry, sendo logo refeita com planos de Guillaume Couture (1777). Durante a Revolução Francesa, as obras foram suspensas de 1790 a 1805. Em 1806, por conta da tendência anticlerical da época, se transformou em um templo em homenagem ao Grande Exército, função que desempenhou até a construção do Arco do Triunfo, que a substituiu nessa função. Em 1842, foi consagrada como igreja católica, função que continua desempenhando na atualidade. O célebre músico francês Camille Saint-Saëns trabalhou nela como organista entre 1858 e 1877.

Instituto de France – é uma instituição acadêmica francesa, fundada em Paris a 25 de Outubro de 1795, agrupando as cinco grandes academias nacionais francesas, entre as quais a prestigiosa Académie des Sciences, com quase 700 acadêmicos franceses e estrangeiros recrutados de entre os intelectuais mais representativos de cada campo do saber. Cabe ao Institut de France administrar cerca de mil fundações, bem como museus, castelos e palácios, a maioria aberta ao público. O Institut também atribui bolsas de investigação e prêmios, sob recomendação das suas academias, que no ano de 2002 ultrapassaram os 5 000 000 de euros. A instituição é atualmente presidida por Gabriel de Broglie. O nome é também por vezes utilizado para referir o edifício onde a instituição está instalada, um dos mais marcantes de Paris.

Musee d’Orsay – é um museu na cidade de Paris, na França. Situa-se na margem esquerda do rio Sena. As coleções do museu apresentam principalmente pinturas e esculturas da arte ocidental do período compreendido entre 1848 e 1914. Entre outras, estão aí presentes obras de Van Gogh, Monet, Degas, Maurice Denis, Odilon Redon. Existem também exposições temporárias que ocorrem paralelamente à exposição permanente.

Assembléia Nacional – A Assembleia, como se apresenta atualmente, teve suas bases lançadas durante a Revolução Francesa, no século XVIII. A Assembleia Nacional é composta por 577 membros, denominados députés (ou deputados) e eleitos através do sistema a duas voltas, sendo que cada um representa uma circunscrição eleitoral (distrito). Dentre os 577 assentos, 289 são necessários para estabelecer uma maioria da câmara. O partido com maior número de assentos elege o Presidente da Assembléia, que deverá presidir as sessões com o auxílio de uma mesa diretora. Seguindo uma tradição originária da Constituição Nacional de 1789, os deputados aliados à ideologia esquerdista sentam-se à esquerda da tribuna, enquanto os aliados à direita mantém-se à direita da tribuna. A sede oficial da Assembleia Nacional é o Palais Bourbon, situado às margens do rio Sena, em Paris.

Musee du Quai Branly – O acervo do museu constituiu-se a partir de antigas coleções de etnologia do Museu do Homem e do Museu Nacional de Artes da África e da Oceania. As obras são divididas em grandes zonas continentais (África, Ásia, Oceania e Américas). Além da exposição permanente, o museu promove dez exposições temporárias por ano.

VersaillesConsiderado um dos maiores do mundo, o Palácio de Versalhes possui 2.153 janelas, 67 escadas, 352 chaminés, 700 quartos, 1.250 lareiras e 700 hectares de parque. É um dos pontos turísticos mais visitados de França, recebe em média oito milhões de turistas por ano e fica a três quarteirões da estação ferroviária. Construído pelo rei Luís XIV, o “Rei Sol”, a partir de 1664, foi por mais de um século modelo de residência real na Europa, e por muitas vezes foi copiado.

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