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Como fazer uma viagem econômica à Londres? e para outras cidades na Europa.

Como fazer uma viagem econômica à Londres? e para outras cidades na Europa.

Um bom Planejamento é a chave para que você fazer uma viagem economica Londres e até mesmo para outras cidades na Europa. Aqui seguem algumas dicas para sua viagem ao velho mundo não te levar à falência!

Fase 1 – Planejamento

Quando viajar? Na minha humilde opinião de moradora e viajante frequente pela Europa, os melhores meses para passear por esses lados são:

1. Entre Março e Junho (primavera européia – excluindo os períodos de feriados como a páscoa por exemplo, quando todo mundo viaja ao mesmo tempo e todos os grandes centros ficam super movimentados)

2. Entre Setembro e Novembro (fim de verão – início do outono europeu – também excluindo períodos de mini-férias escolares europeias – geralmente nas duas últimas semanas de outubro, mas muda sempre!)

Viajando nesses dois períodos você consegue explorar as cidades mais tranquilamente sem muitas filas, ainda com bom clima. Conclusão: Você consegue fazer tudo em menos tempo e mais conforto do que faria em outros meses. Com isso você pode até se dar ao luxo de pagar menos diárias de hotéis, economizar ainda com menos dias de transporte e refeições. Sem contar que geralmente os tickets de vôos costumam ser mais em conta nesses períodos. Os meses de inverno europeu também são interessantes para estar por aqui, porém precisa vir muuuuito preparado para o frio intenso, que pode comprometer o seu prazer em estar na Europa, se não estiver preparado (fisicamente e psicologicamente)!

Quanto tempo ficar? – Se você quer visitar somente cidades grandes como Londres , Berlim ou Paris, por exemplo, recomendo em cada cidade de 3 a 5 dias no mínimo para conhecer o básico. Isso considerando entrada em cerca de 2 atrações por dia (com cerca de 1h a 1,5h de visita cada). Mas depende muito do ritmo da sua visita, se você terá ou não o acompanhamento de um guia local (pois assim otimizará seu tempo em cada cidade), se você quer visitar cidades próximas, entre outros fatores. Já outras cidades menores como Amsterdã, Madri, Barcelona ou Viena pedem pelo menos dois dias para uma visita básica, mas há tantas opções de passeios por perto que vale a pena passar mais tempo… E outras cidades como Bruxelas, Edimburgo, Dublin, Zurique, Budapeste, Bratislava, Praga, 1 dia dá para conhecer bem superficialmente, mas vale muito a pena ficar bem mais tempo para explorar o que há por perto. Por exemplo, na Suíça em si eu recomendaria de 7 a 10 dias no mínimo e ainda seria pouco com tantos cenários magníficos… Nem menciono Roma e a Itália, pois é quase incalculável e dificilmente você terá tempo de explorar tantos lugares nesse país maravilhoso em uma só visita… Eu diria que seria pelo menos 1 mês de viagem só aí. Mas se somente em Roma, de 3 a 5 dias seria o mínimo para se ter uma idéia bem básica sobre a cidade.

Pesquisa e Reserva antecipada de vôos, trens ou até mesmo ônibus

Vindo do Brasil: Se você está vindo do Brasil para a Europa, sites como o Zupper e Mundi costumam apresentar bons preços porém nem sempre tem o parcelamento que todo brasileiro ama! Para compra de passagens com parcelamento, normalmente a Decolar oferece mais opções. Dica: Frequentemente os vôos mais em conta saindo do Brasil são para Roma, Lisboa ou Porto, Londres, Paris e Frankfurt – você pode usar um desses pontos de partida em cada viagem para explorar a Europa em combinação com outros países próximos!

Viajando dentro da Europa: Em minhas viagens pela Europa, prefiro fazer os trajetos mais longos em vôos e uso muito o serviço de operadoras low cost (como Easyjet ou Ryanair, por exemplo). O Skyscanner é um ótimo comparador de sites de passagens aéreas e ajuda bastante para comprar vôos dentro da Europa. Porém quando faço trajetos entre cidades mais próximas, prefiro evitar a “perda de tempo” em trajetos centro – aeroporto – 2h de antecedência ao embarque – 1h para desembarque no aeroporto – centro. Eu sempre opto por viajar em trem ou até mesmo em ônibus entre as cidades. Algumas operadoras de ônibus na Europa possuem ônibus tão confortáveis quanto primeira classe de avião. Tive uma experiência maravilhosa com a companhia RegioJet em meu trajeto de Viena à Bratislava em um ônibus que me custou menos de 5 euros. Cheguei tão rápido em Bratislava (apenas 45minutos) que eu nem queria descer do ônibus que tinha TV, free wi-fi, assentos super confortáveis, ar condicionado e até serviço de bordo com café e água gratuitos! o máximo! O aplicativo GoEuro é o que mais uso quando planejo viagens em trens e ônibus pela Europa, embora eles também mostram opções de vôos. Viajando em trem ou ônibus dentro da Europa na maioria das vezes economiza-se tempo e dinheiro… e se você tem uma mente aberta em dormir em trens ou ônibus durante viagens um pouco mais longas você ainda economiza com estadias em hotéis!

Pesquisa e reserva antecipada de hotéis
Localização é tudo! Por via de regra: quanto mais central, melhor localizado você está! e maiores as chances de ter preços bem mais salgados… Embora pareça um pouco (ou muito) mais caro ficar no centro das cidades, de cara você economiza tempo em trajetos. Em muitas cidades menores você nem precisará tomar transporte público para conhecer os pontos principais, já em cidades maiores onde os preços de seus tickets de transporte variam de acordo com os percursos que você faz (como Londres por exemplo), você gastará menos por trajeto e fará menos trajetos. Então colocando na ponta do lápis na minha singela opinião, fique num hotel mais simples, mas fique o mais centralizado possível. A não ser, claro, que você esteja em viagem à Europa mas quer mesmo é aproveitar o hotel (para isso tenho ótimas recomedações de spas, resorts, etc… – a ser explorado em outro post). Aqui estão algumas sugestões de Localizações em Londres para se hospedar de forma econômica e de acordo com 3 critérios principais que costumo usar para minhas viagens (melhor custo-benefício. melhor para caminhar pelas principais atrações, acesso a outras cidades ou países)

Melhor custo benefício: Lancaster Gate, Paddington, Queensway, Bayswater – Todos estão próximos ao Hyde Park. Na região há centenas de hotés que competem por seus hóspedes. Aqui há hotéis para todos os gostos e bolsos. Você precisará usar o transporte público para chegar a algumas das principais atrações, mas não perderá mais que 30 minutos nos trajetos mais longos. E ao mesmo estará à uma distância caminhável por outras atrações como o próprio Hyde Park, Palácio de Kensington, Notting BHill, etc… Vale a pena focalizar sua busca nessa região se você tem esse critério como prioridade na sua hospedagem.

Caminhadas pelas atrações principais: Southwark e Blackfriars – Fica mais ou menos na metade do circuito mais interessante de atrções principais de Londres ao longo do Tâmisa. Dá para fazer muita coisa caminhando – Desde a London Eye, Catedral São Paulo e Torre de Londres estão a curta distância caminhada dessa região. Não é tão barato, mas você economiza com transporte e tempo em seus passeios pela cidade. Concentre sua busca nessa região se esse é seu critério prioritário. Nota: Essa região também é bem fácil de acessar a estação de trem internacional de St. Pancra’s se você pensa em sair de Londres à Paris, Bruxelas ou Amsterdã em trem pelo eurotunel por exemplo.

Facilidade de acesso a outras cidades e países: Euston e King’s Cross estão exatamente na vizinhança da estação St. Pancra’s e estação de Euston que são duas das estações que te levam a lugares como Paris, Bruxelas, Amsterdã, Edimburgo, Cambridge, estúdio da Warner Bros (Harry Potter), por exemplo.

Tipos de hotéis: As opções de acomodações em cidades européias são inúmeras, desde um sofá na casa de alguém que se consegue no couch surfing, acomodações dentro de casas ocupadas pelos próprios moradores no airbnb, acomodações de estudantes – hostels, hotéis BandB – bed and breakfast, hotéis de redes internacionais, regionais ou locais. Eu particularmente, como viajo sempre com crianças, familiares ou clientes, opto por bed and breakfast ou por hotéis de rede – esses são especialmente recomendados se você quer se hospedar sem gastar tanto, mas que prioriza um certo padrão de serviço (no caso dos de redes). Minhas recomendações de redes hoteleiras em Londres – não necessariamente em ordem de preços ou qualidade são: Premier Inn, Holiday Inn Express, Ibis budget, Comfort Inn. Algumas outras redes para quem não se importa em pagar mais são: Thistle, Park Plaza, Crowne Plaza, Marriot, entre muitas outras.

Ferramentas para agendar seu hotel: Há centenas e provavelmente milhares de sites com várias opções de acomodações como Couch surfing, airbnb, Trivago, Kayak, etc. Mas na minha opinião o Booking.com ainda é a opção mais completa, embora o Trivago é ótimo para comparar preços. Muitas vezes consulto no Trivago e agendo pelo Booking.com.

Fase 2 – Definição de seu Roteiro de passeios em Londres ou em cada cidade antecipadamente

Blogs são uma ótima fonte de informações sobre que atrações visitar em Londres ou em qualquer outra cidade de seu interesse. Você só precisa descobrir que atrações mais te interessa e colocar na ordem correta para fazer uma visita mais eficiente e econômica! O mais completo na minha opinião é o Blog Londres Para Principiantes que contém informações sobre tudo em Londres e está constantemente atualizado. Assim como em Londres, todas as outras grandes cidades europeias possuem ótimos blogs que te ajudam a planejar o seu roteiro.

Você sabia que com serviços de planejamento de roteiros e o acompanhamento de guia local você economiza tempo e dinheiro?

Como você já deve ter notado pelo tamanho desse artigo, planejar uma viagem para a Europa não é tão fácil e demanda muito tempo, pesquisa, escolhas, descisões e compras. E quando você já está em viagem com tudo planejado, ainda há situações em que você se cansa de olhar mapas, aplicativos, informações pelas ruas em uma língua diferente da sua, e você volta de sua viagem com aquela sensação de que foi bom, mas poderia ter sido melhor e aprendido e enriquecido um pouco mais culturalmente sobre a cidade visitada, sem ter que passar aquele sufoco no meio da multidão daquela cidade gigantesca, entre pesquisas sobre o que era aquele local que você estava de frente e queria saber mais, mas já não tinha mais saco ou tempo de procurar no telefone ou tablet a sua resposta… Como teria sido ter tudo planejado pra você em mãos em um só documento? Para evitar esse sentimento você pode contar conosco para planejar os seus roteiros e adicionalmente você pode ter o serviço super valioso de um guia brasileiro(a) local para te mostrar e para te dar uma visão in-loco de tudo que você precisa saber sobre a cidade visitada…

Mas enfim, seguindo com mais dicas de como economizar em sua viagem à Londres e outras cidades da Europa:

Uma vez você já tenha definido todos os passos anteriores e já tenha o seu roteiro definido, agora é hora de comprar! Compre tickets para musicais, shows, eventos e algumas atrações, antecipadamente (as mais caras e que você já tem certeza de que vai querer visitar, independentemente de clima, fila, etc). Minha dica é comprar tickets para no máximo duas atrações por dia para que você tenha certa flexibilidade de tempo e para que possa aproveitar a cidade no que está entre as atrações programadas e assim conhecer a cidade DE VERDADE! Atrações como passeios turísticos de ônibus ou barco aberto, eu sempre deixo para decidir no dia, pois se chover é mais sofrimento que lazer! Há vários sites de ofertas com bons descontos e compras de combos. Costumo usar mais o 365tickets.com , Getyourguide.com ou Viator.com nas minhas pesquisas de preços. Há também várias ofertas de city passes (londonPass, Iadventure, 2for1), mas há vantagens e desvantagens (eu partcularmente pouqíssimas vezes recomendo). Em outro post exploro mais esse assunto…

Fase 3 – Já durante a sua viagem

Economize com transporte – Caminha quanto mais você puder, use ônibus quando necessário e metrô só se realmente precisar para distâncias maiores ou que você tenha pressa para chegar. E se assegure que você faça a melhor escolha na compra de seus tickets de transporte. Na maioria das cidades europeias, cartões de descontos, compra de tickets para X dias consecutivos que te dão um melhor preço por trajeto estão disponíveis. Em Londres, e se assegure de ter o cartão Oyster card para pagar menos em transporte (a não ser que você precise do Travelcard laranja para participar da oferta 2for1). Minha recomendação de forma geral é que  se você estiver na cidade por 3 dias conscutivos circulando somente nas zonas centrais 1 e 2, você compre o seu cartão que custa 5,00 libras, tenha um valor de 7,00 libras disponível para ser consumido diariamente. De 4 a 7 dias vale a pena comprar o cartão e colocar o passe semanal que custa aproximadamente 32,00 libras. Ao final do uso você pode reembolsar as 5,00 libras pagas pelo cartão e o saldo avulso não utilizado (se for o primeiro caso). Se você está planejando sair ocasionalmente das zonas centrais, você pode ter um crédito avulso no cartão para cobrir esses trajetos. Ao visitar outras cidades menosres na Inglaterra, procure caminhar, pois a maioria delas dá para fazer muita coisa a pé e em necessidade use o transporte público local. Há sempre ofertas de tickets de transporte já com retorno (se você sabe que vai precisar voltar para o ponto de onde estiver partindo é a melhor opção). Para se locomover entre as cidades a maneira mais prática é em trem, porém se você tem mais tempo pode optar por fazer o trajeto em ônibus, mas observe que nem sempre em ônibus sai mais em conta que em trem, e é sempre um pouco mais demorado. Os sites RailEurope e TheTrainline são os meus favorito para compra de tickets de trens e o aplicativo GoEuro pode ajudar a fazer comparações de preços e tempo em trajeto entre as cidades. National Express é a maior companhia de Õnibus da Inglaterra, mas também há algumas linhas bem baratinhas pela MegaBus. Para viagens em ônibus pela Europa, Flixbus e Eurolines sçao as que mais utilizo, mas depende de onde estou saindo e qual o destino final.

Economize com alimentação

Aqui seguem algumas opções do que você pode fazer para economizar com alimentação em Londres, mas que também vale para outras cidades da Europa (com suas determinadas redes alimentícias – a ser explorado em um próximo post):

1. Você pode optar por chegar em Londres e já procurar um supermercado para comprar todas as suas refeições e levar na mochila durante os passeios e jantar as mesmas refeições prontas do supermercado no seu próprio hotel. Algumas redes bem presentes por toda a cidade e com ótimas opções de refeições prontas para viagem são: Tesco (Express, Metro), Saisbury’s local, Morrison’s, M&Sfood. Todos possuem sanduíches, saladas, pastas, risotos e até sushis. Promoções permitem você comer com até 3 libras (meal deals) com um sanduíche, sopa, sushi ou salada, com uma bebida e um pacotinho de salgadinhos…
2. Caso queira comer fora, procure fazer a maior parte das refeições em fast food (noodles bar, McDonalds, Burger King, KFC, Wasabi – meu favorito para sushis), cafeterias como a Gregg’s (mais baratinha), Caffe Nero, Costa e Pret a Manger (minha favorita), além de Starbucks estão em toda parte por Londres e em algumas das maiores cidades da Europa.
3. Caso você faça questão de fazer pelo menos uma refeição mais incorpada, estando em Londres opte por pubs para um fish and chips, batata recheada (Jacket potatoes), carnes, etc… ou restaurantes italianos que são mais em conta de forma geral. Dica: restaurantes por trás de ruas super movimentadas costumam ter melhores preços do que os que estão em meio às atrações. Por isso, dê uma escapadinha do foco turístico na hora de comer.

Há muitas formas de economizar em sua viagem à Londres e por toda a Europa… Aqui são somente algumas das minhas recomendações pessoais, mas essa lista não é exaustiva e tenho muito mais para compartilhar com você! Mas por hora quero ouvir de você… Gostou do post? Se você já viajou para Londres ou qualquer outra cidade na Europa compartilha nos comentários aqui pra gente a sua dica de economia!

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